Itaúba: atoleiros e rio Teles Pires cheio complicam tráfego -
Publicado em 04/04/2014
Fonte: so noticias
Autor da Foto: so noticias
Atoleiros, pontes ca�das, estradas intransit�veis, alunos sem poder estudar devido �s p�ssimas condi��es das estradas. Essa � a situa��o em parte do munic�pio de Ita�ba (90 km de Sinop), de acordo com o prefeito Raimundo Zanon. Ele informou ao S� Not�cias que, nesta quarta-feira, o munic�pio teve problemas em cinco pontos diferentes. �Me ligaram de v�rias regi�es, em uma tinha um caminh�o atolado, em outra era um �nibus, em outra uma ponte que caiu e por a� adiante. Estamos trabalhando noite e dia com nossos maquin�rios mas n�o estamos dando conta. As m�quinas do Estado, que fazem parte do cons�rcio Portal da Amaz�nia que poderiam nos auxiliar, o governo mandou para a antiga BR-80, para ajudar os �ndios�, contou ele. Uma das estradas mais afetadas � a que d� acesso � balsa do rio Teles Pires, que est� com um atoleiro �monstruoso�, segundo o prefeito. �Nossas m�quinas est�o l�, fazendo um trabalho paliativo mas est� muito molhado. Est� intransit�vel o trecho ali na cabeceira. O n�vel do rio est� muito alto e a �gua passa por cima da estrada�, explicou Zanon. Cerca de 70% do munic�pio, incluindo as comunidades e �reas produtivas, ficam do outro lado do rio e o transporte da produ��o � feito atrav�s da balsa. A ponte sobre o rio Renato, que d� acesso ao munic�pio de Cl�udia, rota de escoamento da produ��o agr�cola, precisou ser interditada essa semana. �Um peda�o dela caiu. Estamos tentando arrumar, porque essa estrada � muito importante para o munic�pio�, explica. O prefeito ressalta ainda que a comunidade Cruzeiro do Sul est� sem aulas h� 30 dias, porque o transporte escolar n�o consegue chegar. Em outros pontos, segundo ele, um �nibus vem at� o ponto de atoleiro, as crian�as descem e fazem a �baldea��o�, utilizando outro ve�culo para terminar de chegar at� a escola. As lavouras tamb�m registram preju�zos. �Um produtor me relatou que perdeu 300 hectares de arroz. Tamb�m tem gente que perde o produto em cima dos caminh�es, que n�o conseguem passar e o produto apodrece�, pontou. O munic�pio decretou situa��o de emerg�ncia, j� reconhecida pelo Estado, mas o prefeito n�o sabe ainda quanto ser� necess�rio para cobrir os preju�zos. �Ainda n�o deu para parar e contabilizar, at� mesmo porque estamos tendo problemas diariamente ainda. A previs�o � de mais chuvas nos pr�ximos dias�, concluiu o prefeito.